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NOVIDADES, AMIGOS, REFERÊNCIAS & INFLUÊNCIAS

20/11/2008 >> TELEVISION
ADVENTURE

Esse é um disco incrível. Uma banda punk nada convencional. Duas guitarras que se misturam e se completam, linhas de baixo formidáveis, bateria diferente e original e melodias de vozes que custuram tudo. Esse é o TELEVISION.



Texto do blog: Rocktowndownloads

É complicado lançar um segundo disco. E o que toda a mídia chama de 'síndrome do segundo disco' e realmente muitas bandas desfalecem sob os efeitos colaterais dessa síndrome. É quando o encanto some e uma sensação inegável de que a fonte secou, se apodera dos ouvintes. O Television não sofreu da síndrome e na verdade, a mídia na época nem se preocupava com o nível de qualidade do próximo trabalho. Sabiam que Tom Verlaine e companhia não decepcionariam. E a convicção era tão grande que nem mesmo o lendário Marquee Moon (disco anterior) oferecia alguma ameaça que pudesse ofuscar o próximo trabalho. E sim, o Adventure foi lançado em 1978 e apresentava as mesmas influências que irradiavam no Marquee Moon. A new wave era desenhada nos acordes de Richard Lloyd e nas letras de Verlaine.

'Glory' é maravilhosa pelo seu riff, pela evolução instrumental, pela gama de possibilidades que o ouvinte tem em cada trecho e pelo refrão infalível em marcar o som da banda. 'Foxhole' tem notas de guitarra que beiram o hard rock. A elasticidade criativa do Television é posta a prova nessa canção, saíndo intacta e vitoriosa, numa demonstração incrível de noção harmônica e encaixe de arranjos impecável. A voz de Verlaine, pouco comum na época, é inovadora em cada sílaba cantada. 'Careful' utiliza de vocais espessos, e uma linha recatada nos braços do blues e do country (sim, aqueles acordes agudos e flexíveis do campo). O refrão é mais uma mostra da facilidade de Verlaine em criar trechos inesquecíveis. O início de 'Ain't That Nothin'' é a cara da banda. Faz lembrar dos destaques do disco anterior e dá certeza ao ouvinte de que não há motivos para se preocupar com a qualidade da banda: ela continua intocável. Há um solo maravilhoso no meio dessa faixa que explica melhor o que palavras não podem.

Mas uma pérola do fim dos anos 70, cheio de material precioso para as bandas que viriam a surgir na rica década posterior. Mas a verdade é que as bandas de nosso tempo utilizam exaustivamente de elementos maravilhosos do Television, mas que acabam sendo taxados de manjados. Por isso o melhor mesmo é beber da fonte.

Aqui tem o disco:

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24/09/2008 >> JEFF BECK
TRUTH (1968)

Redefiniu as bases abrindo campo para o novo estilo da época, ainda meio que denominado Heavy Metal, porém hoje melhor enquadrado como Hard Rock (não confundir com o "hard" farofistas).

Enfim, denominations a lá parté, esse disco é bom pa cacete! Não apenas pelo inestimável valor histórico e de marco inicial -assim como toda ruptura- tem sua essência própria, contestadora, enérgica, chutando pra cima e mandando um avassalador "Fuck-Off" em forma de som à cultura vigente (sempre ela);

Energia, curvas, espírito, peso, hostilidade, sutileza, visceralidade, em releituras e idéias malucas e surpreendentes (amplamente copiado pelas gerações vindouras).

Além do Monstro Jeff Beck nas guitars, temos Rod Stewart no gogó,Ron Wood (o mesmo) on the bass e Mick Waller nos tambores. Nick Hopkins no Piano na "Morning Dew" e "Blues Deluxe" e John P.Jones tocando Hammond Organ em "Ol'Man River".

Muito bom ouvir sempre esse, bebendo e fumando baseado. O ideal é ouvir da bolacheta, mas baixa pra dar uma sacada aí:

CLIQUE AQUI PRA BAIXAR O DISCO TRUTH DE JEFF BECK

Shapes Of Things - versão do hit dos Yardbirds, classuda e com uma personalidade que viria caracterizar a sonoridade das grandes bandas dos anos 70.

Let Me Love You - o canastra tiozão de hoje Rod Stewart mandando e rasgando todas suas influências de crooner do soul. Seus asseclas Paul Rodgers e Chris Robinson que o digam. Soleto do dono da bola também é de uma intenção que foge à percepção da maioria dos que se aventuram com uma guitarra na mão, não se limita aos clichês de blues como através da economia de notas enche a cara da música. Excelente duelo de guitar/voz que Page e Plant e toda a escória depois viriam frisar.

Morning Dew - Na abertura dessa, saca o timbre da guitarra e a base no ua-uá, cara-pálida! É quase como dizer: Clapton e Hendrix, c'mon over here, follow me! As linhas de baixo de Ron Wood... como todo bom baixo deve soar: massivo e dinâmico!

You Shook Me - Rústica à seca medula nevrálgica.

É a melhor mesmo para ouvir chapado, drogado, stoned.

Ol' Man River - Essa que tem o John Paul Jones no Hammond; músico de estúdio, que depois viria ser baixista daquela banda lá, faz um trabalho que "apenas" sublinha o talento desse rapaz. A composição e o arranjo da banda toda é um momento -que, para quem toca sabe- é uma coisa rara, certamente como todas do disco também deve ter sido gravada ao vivo, e certamente a última coisa que poderiam ter pensado na hora foi em grana ou em status... É o ser-humano na frente de tudo, Deus manifestado no simples. Momento eternizado.

Greensleeves - você já deve ter ouvido essa em muitas versões violonescas barroquianas e balzaquianas - inclusive tocada por aquele seu amigo que fazia conservatório e tal- mas o meninão aí do disco, além de excelente agitador de bagunça também sabe fazer um violão soar direito, sem amarra técnica e dá a personalidade até nisso.

Rock My Plimsoul - Essa música poderia ser utilizada em algum filme (se já não foi) de putaria ou daqueles de briga de bar, que aparece uma gostosona de mini-saia jogando sinuca. É louco como a banda toca blues sem cair no terreno comum, dando uma pegada hostil e elegante, o Free aprendeu bem com isso, a cozinha é bem simples e minimalista, sem aforismos técnicos, vai na veia e mantém.

Beck's Bolero - instrumental, o hit do disco. E talvez da carreira do Jeff Beck, mesclando suas influêcias principalmente de música espanhola, é atordoante, mas sem cair no clichê da forma psicodélica (que era a coisa mais batida já em 68). Se tivesse sido gravada hoje, ou mesmo pelo Eddie Krammer (engenheiro de som do Led, Hendrix) com certeza essa daí teria a sonoridade merecida, não teria pra ninguém. Aliás, tem um Q de rock-stadium essa idéia geral. Enfim, ache o que quiser.

Blues De Luxe - live piano blues. Magina ouvir esses caras tocando num bar!

I Ain't Superstitious - Um bom riff de rock tem que ser simples e já carregar a síntese da música. Nem mais, nem menos. O resto é desenvolvimento, é trepada sonora, esquecer da vida ou lição de casa pra quem quer conhecer a origem do Grand Funk. A bola rola solta, fácil e nem precisavam de compressor na mesa de som nem porra de nada! "All over my neighborhood..." É maligno o arranjo todo da cozinha, punchs entremeados de espaços. E assim vai embora...

Isso tudo aí faz parte de um lance que é muito mais que um disco, ou um retrato musical de época... é um momento condensado em cubos (cada música) de um todo que é exatamente o espectro de vontades e sensações que tá sempre no seres-humanos, ou dos que ousam se propor sentir, operar uma revolução individual. De verdade.

12/09/2008 >> BOB DYLAN
FOREVER YOUNG

Bob Dylan com THE BAND, uma combinação perfeita. Alguns gostam logo de cara, outros como eu demoram até gostar, e depois só gosta mais, mais e mais. Escutar Bob Dylan nem sempre é divertido, mas é sempre um grande prazer.

Aqui tem a discografia:

discografia bob dylan

12/09/2008 >> MORPHINE
MORPHINE

Baixo, bateria, saxofone e voz. Isso é o Morphine. Excelente banda, excelente clip. vale a pena procurar e baixar os cds, inclusive da experiência solo do falecido MARK SANDMAN, dois cds fazem o SANDBOX. Após sua morte a banda continuou com um novo projeto tb muito foda, o TWINEMEN.

06/12/2007 >> SALA PULP
SALA PULP

Projetão independente animal... visite o site: www.salapulp.com.br/hacienda

06/12/2007 >> AEROSMITH
POSERS SEM FAZER POSE

Um show de rock de verdade... em 1974, num programa de TV com a apresentação do ilustríssimo Litlle Richard. Joe Perry mandando ver na guitarra, Steve Tyler apavorando no visual e nesse clássico, Train kept a rollin'.

03/08/2007 >> JEFF BECK
TOCANDO GUITARRA MESMO !!!

Jeff Beck... excelente guitarrista. Vejam e escutem nesse video. O cara usa uma técnica muito louca de alavanca, além de utilizar constantemente o volume da guitar para criar um monte dinâmicas... desde do sussurro até um grito nervoso.



VEJA MAIS(em inglês): Jeff Beck no allmusic.com
07/07/2007 >> BILLY THE KID
...."Campin' out all night on the berenda
Dealin' cards 'til dawn in the hacienda"....

Grande clássico do western realizado pelo polêmico diretor Sam Peckinpah. Em Pat Garrett & Billy The Kid (ou DUELO NA POEIRA em português) Peckinpah travou um enorme braço de ferro contra os estúdios da MGM, perdeu essa guerra e foi obrigado a montar o filme num mês, com algumas cenas que foi obrigado a cortar e que felizmente podemos agora ver em DVD. A fita ficou por isso conhecida como "a obra maldita" do realizador. Um western belo e trágico que marcou o fim de um género muito popular na América, o género só renasceria nos anos 80 com SILVERADO e mais tarde com IMPERDOÁVEL de Clint Eastwood. Kris Kristofferson está em grande no papel do famoso fora da lei, James Coburn é o agente da lei que o persegue. O cantor Bob Dylan é Alias uma espécie de narrador que está sempre presente nas cenas principais da história.

O disco no link é da trilha sonora do filme de 73 “Pat Garrett & Billy The Kid“ todas compostas pelo também ator coadjuvante do filme: Bob Dylan.

Belo disco para ouvir principalmente na estrada, céu azul e sol ensolarado, a caminho de Tucson, do Novo México ou pela Raposo...   :)

Sonoridade sussas, pra fumar um baseado de boa pensando na vida como um cowboy solitário.

Aliás, diga-se de passagem, foi desse album que saiu Knockin' on Heaven's Door (sim, é do véio Dylan não do Guns‘Roses).

Baixa no link, cara pálida: http://www.4shared.com/file/19205204/76378676/Pat_Garrett__Billy_The_Kid.html

13/06/2007 >> ERA VULGARIS
QUEENS OF THE STONE AGE

Lançado oficialmente em 12 de junho de 2007 este disco é demais!!! O QOTSA já se firmou como uma daquelas bandas que tem um som particular, criativo, pronto pra influenciar uma geração.

Pirações na estrututa tradicional das músicas, timbres originais e bonitos. Um disco de rock, com peso, criatividade e melodia. Pros dias de hoje, que pouco se escuta coisas novas, as músicas do ERA VULGARIS quebram a monotonia e o marasmo. Baixe e escute várias vezes e vá se divertindo com o jeito de cada canção. Com os detalhes, com a simplicidade e com a complexidade.

A capa do álbum é muito louca tb... sobre as letras eu pouco prestei atenção, to curtindo a sonoridade, as melodias e arranjos. De qualquer maneira é uma das melhores bandas de hoje em dia. Ousados sem ser bizarro. Incômodo de início, mas não fica apenas no esquisito, explorando muito mais em termos de música e arte.

BAIXE ERA VULGARIS DO QOTSA: http://rapidshare.com/files/33349003/Qua.rar

01/06/2007 >> WIRE
PINK FLAG

Apenas um grupo soube utilizar a rispidez do primeiro punk inglês em prol de sua própria erudição. Estudantes de arte do mesmo colégio ao sul de Londres, Colin Newman (guitarra e vocais), Bruce Gilbert (guitarra), Graham Lewis (baixo e vocais), and Robert Gotobed (bateria) eram um grupo ao mesmo tempo tosco e primitivo, como anarquistas conceituais. O Wire era aquilo que Karl Marx chamava de intelectual orgânico: o sujeito que pensa e age ao mesmo tempo, sem escolher uma das funções. Levando o conceito punk a todos os aspectos da canção, o Wire não esperava muito tempo em uma música, cortando suas asas assim que ela ameaçava o improviso. Podando ritmo, melodia e estrutura, o grupo dava uma urgência minimal às suas composições, repletas de referências ácidas ao estilo de vida capitalista.

FONTE E LEIA MAIS: http://www.gardenal.org/trabalhosujo/2006/08/pink_flag_wire.html

BAIXE O DISCO PINK FLAG:
http://www.4shared.com/file/16823055/77bbc9f8/Pink_Flag_part1.html

http://www.4shared.com/file/16825222/8071412e/Pink_Flag_part2.html

01/06/2007 >> GANG OF FOUR
SONZEIRA DE PRIMEIRA ESSE VIDEO... SAQUEM A SONORIDADE DESSE POWER TRIO!!!

Gang of Four é uma daquelas bandas que começam a ser melhor analisadas e compreendidas após anos e anos. Um grupo que mesclava o funk, o reggae, e eventualmente até a disco com seu rock bruto, letras engajadas e músicos espetaculares. O nome foi tirado de um grupo que existiu na China durante os anos de liderança de Mao Tse-tung. A "camarilha dos quatro" original era formada por Jiang Qing, Zhang Chungiao, Yao Wenyuan e Wang Hongwen. Ele subiram ao poder durante a Revolução Cultural no país em 1966, e tendo a bênção de Mao até sua morte, em 1976, controlavam as áreas de educação, tecnologia e perseguição aos intelectuais opositores.

Inspirados nessa idéia Dave Allen, baixista Hugo Borham, baterista e vocalista, Andy Gill, guitarra e voz ("Anthrax," "Paralysed") e Jon King, vocais - começaram a tocar no verão de 1977. Os primeiros shows foram realizados em Leeds, já que Burnham, Gill e King were eram alunos da Universidade local. O grupo queria casar sua paixão por Monet, Godard e George Clinton com os acontecimentos políticos que agitavam a Europa naquele momento. Um dos protestos que mais marcou os integrantes foi uma passeata de neo-nazistas nas ruas de Leeds, que acabou no maior quebra pau. Determinados a combater toda forma de repressão, violência e perseguição, faziam letras que criticavam o governo conservador, a falta de oportunidade para os mais pobres e até propaganda comunista. Seus três primeiros discos - Entertainment!, Solid Gold e Songs Of The Free (já com Sara Lee no baixo) são exemplos ímpares de sua marca. Guitarras faiscando, baixo funkeado, casamento com ritmos negros e muita politização. Gill era o mestre por trás de toda essa parafernália e um dos guitarrista mais criativos e inteligentes de sua geração. Amante da música americana, especialmente de Velvet Underground, Jimi Hendrix e Bob Dylan, sentiu uma atração imediata com os grupos nova-iorquinos como Television e Talking Heads.

FONTE: http://www.beatrix.pro.br/mofo/gangoffour.htm
29/05/2007 >> Korova's Veloccet
Rock n' Roll tocado com pegada, prazer e safadeza!

Korova's Veloccet é o nome dessa banda de Mogi das Cruzes - SP

O som dos caras ao vivo é bem legal... As guitarras trabalham bem juntas, sem frescuras... e ora lembra MISFITS e ora lembra uns sons de guitar estilo SLASH SNAKEPIT. Vocal forte e não estridente, pra mim lembra um pouco KINGS OF LEON só que com uma banda mais pesadona.

Entrem no MY SPACE dos caras pra conhecer o som da banda.... que aliás tá muito bem gravado... saquem o stereo das guitars... Músicas curtas e legais... solos no meio de um som punk.

ESCUTE AQUI: http://www.myspace.com/korovabr

29/05/2007 >> ÁLBUM do PIL
PUBLIC IMAGE LIMITED


Se John Lydon desmontou as bases do rock com os Sex Pistols, criando a sonoridade e a atitude da reação contra a reação, desmantelou toda a ordem de novo três anos depois, criando o que seria a estética pós-punk dos anos 80 com seu Public Image Limited (excelente nome, diga-se de passagem!) Bandas como Joy Division, Gang Of Four, New Order e Birthday Party só seriam possíveis depois do P.I.L., que fez um som completamente inovador - lento, atmosférico e sufocante - um baixo pesado e reto, com batida marcada, guitarra noise e vocal monótono.

Após ser "demitido" dos Pistols, John Lydon se juntou com Keith Levene (um dos primeiros guitarristas do The Clash), com o baixista Jah Wobble e o baterista Jim Walker, e formou a banda em janeiro de 1978. O primeiro single, "Public Image/The Cowboy Song", chocou a opinião pública inglesa. A letra de "Public Image" mostrava resquícios da indignação de John Lydon com o público dos tempos do Sex Pistols: "Você não ouve uma palavra do que eu digo / Só se importa com as roupas que uso / Ou será que o interesse é maior / É pela cor do meu cabelo?" e termina de forma profética: "Você teve o que quis / A imagem pública pertence a mim / É a minha entrada, minha criação / Meu grande final / Meu adeus..."

O primeiro disco, "Public Image", saiu no natal de 1978, chocando a população inglesa com um John Lydon penteado e bem vestido na capa, contraponto com uma torrente de ataques verbais violentos contra o stablishment! Amplamente influenciados pela banda anarco-punk inglesa Crass, o disco contém o poema estilo spoken word "Religion", um ataque às instituições cristãs (que seria influenciado pela faixa "Asylum", do primeiro disco do Crass), e a mesma faixa musicada em seguida. "Public Image" e "Attack" são resquícios da sonoridade pistolniana, e a insuperável "Low Life" despeja letras arrogantes ao melhor estilo Johnny Rotten. Se não bastasse, o disco é fechado com ácida e sarcástica "Fodderstompf": "Seja chato / Seja vazio / Esteja apaixonado... / Nós queremos ser aceitos / Nós só queremos ser amados! / Nós só queremos ser aceitos pelas pessoas / Só ser aceitos! / Amor, amor, amor! / Eu vou pegar um cigarro, quer um? / Sim, por favor! / Certo, só um segundo... / Seja chato / Seja vazio / Viva apaixonado... / Sempre que ando pelas ruas / Eu vejo as pessoas e tudo o que me importa é pensar se elas me amam! / Porque não me amam? / O que você acha desse cara olhando para a gente? / Com esse olhar suspeito, cheio de ódio? / Será que ele não sabe que o amor faz o mundo girar? / Eu vou mostrar minha frustração com a sociedade borrifando esse extintor de incêndio no mictório! / Nós só queremos ser amados / Só queremos ser aceitos como pessoas / Só ser amados..."

BAIXE O DISCO: http://www.4shared.com/file/16647919/2f9878df/First_Edition.html

FONTE: http://www.protons.com.br/megazine/BFpil.html